Grande apreciador da música Brasileira, tanto que sua discografia possui um disco intitulado "Rio", Lee Ritenour é exímio guitarrista e seus trabalhos são sempre muito bem elaborados e executados. A guitarra bem bacana e diferente da capa do disco pode ser vista no show - Lee Ritenour & Dave Grusin . Live From The Record Plant (1985), tem no blog "Ver la Musica".
Ex integrante do grupo O terço, Jorge Amiden formou em 1972 o grupo Karma lançando o disco homônimo, que foi esquecido nos arquivos da gravadora RCA Victor, relançado somente agora em 2010. O grupo logo se dissolveu mas deixou registrado seu único e marcante trabalho. Uma pena porque o disco é um primor e com certeza daria outros frutos saborosos.
George Duke é um tecladista brilhante, fez parte da banda e gravou muito com o imortal Frank Zappa. Ele possui uma discografia grande, minha preferência fica nos anos 70, muito fusion com acento marcante no jazz-funk.
Janne Schaffer é um guitarrista sueco muito competente. Tocou com muita gente boa ( Bob Marley, Jeff Porcaro, ABBA) ao redor do mundo e trafega das trilhas de cinema ao pop. Sua discografia é super bacana.
Fundador do Tangerine Dream, Edgar Froese apresenta um trabalho marcante para o gênero kraut rock e toda sua ramificação. Muito sintetizador, som espacial e futurista belíssimo.
Sally tem muito talento e uma voz linda, o disco é recheado de belas canções que nos remetem a um mundo mágico. A faixa Mirrors tocou muito comercialmente. Ela também é irmã e participou em vários discos de Mike Oldfield.
Um trabalho muito bom, feito por este guitarrista. Fusion moderno, de bom gosto e muito bem executado. Não encontrei informações mais detalhadas sobre ele.
Pat Metheny é um músico que tenho muita admiração, este disco postado conta com o sempre presente gênio dos teclados e piano Lyle Mays, Mark Egan no baixo e Dan Gottlieb na bateria, a formação da banda que mais gosto são com estes caras.
Di Freitas é multiinstrumentista com formação erudita, trabalhando ultimamente com a raiz da música popular. O que o disco traz de mais esplêndido são as miscigenações do medieval, erudito e popular. Muita viola caipira, rabeca, alaúde e outros instrumentos raros que Di Freitas pesquisa e também confecciona. Disco valiosissimo.
Em minha modesta opinião, "Nostalgia da Modernidade (1995)" e "Noite (1998)" são os dois últimos grandes e belíssimos discos do Lobão, os discos posteriores são extremamente pesados. Nostalgia tem produção impecável e sambas de primeira grandeza. Se eu fosse você não deixaria de escutar essa pérola que a mídia e público não deram muita bola.
Lô Borges tem uma grande família, e entre tantos irmãos vários com enorme talento, Telo Borges, Márcio Borges, Marilton Borges, Yé Borges, Solange Borges. Todos os irmãos participam do disco, que por sinal é muito bom, também com essa turma de músicos só podia ser.